PORTAL BOLETIM JURÍDICO                                        ISSN 1807-9008                                        Ano XIII Número 1183                                        Brasil, Uberaba/MG, quinta-feira, 31 de julho de 2014

 

 


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A responsabilidade social do aluno de direito


André Ricardo de Oliveira Rios

Quarto anista de Direito, trabalhou no jurídico do banco Itaú, na Prefeitura de São Paulo e na Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer de São Paulo. Desenvolve seus estudos com ênfase na Área Penal.
Email: andrerrios@ig.com.br

Inserido em 11/02/2004

Parte integrante da Edição no 64

Código da publicação: 210


E do saber de todos que bebem da fonte do Direito, que esse tema sempre esta nas mais diversas discussões de Professores, Doutrinadores e alunos.

No nosso Pais, que tem uma diferença social gritante essa responsabilidade fica cada vez mais consistente.

Não podemos estar formando cientistas do Direito com apenas interesses individuais fruto da nossa educação totalmente capitalista.

Gostaria de poder dar como exemplo a minha experiência ao ingressar no 1º ano de Direito. Constatei que quase a maioria dos alunos não tinha um interesse mesmo que mínimo sobre a responsabilidade Social, que queira ou não, ela esta dentro de todas as atividades que conhecemos.

Uma grande parte dos alunos estavam em busca de uma profissão que lhes devolvesse um retorno financeiro, buscavam o prestigio que a profissão de Advogado exerce e poucos na sua totalidade conciliavam a busca financeira com qualquer envolvimento com o Social.

"Esse envolvimento de futuros Advogados em busca de abraçar causas sócias, pode dar-lhes um enriquecimento moral, e também uma experiência de trabalho que somente alunos que estagiam conseguem obter."

Estou falando das Universidades que tem núcleos voltados a prestação de serviços jurídicos as populações mais carentes. Fato que o Estado não consegue dar conta, por diversos fatores (falta de recursos, de pessoal, etc)

Mesmo sabendo que esse tipo de serviço prestado pelas Universidades, só traz benefícios, muitas delas teimam em não adotar essa pratica. Todavia, os grêmios estudantis, devem abraçar essa luta e exigir das Universidades que adotem esse essencial serviço, colaborando com alunos e dando um apoio enorme aos que dependem da Justiça gratuita.



André Ricardo de Oliveira Rios
Quarto anista de Direito, trabalhou no jurídico do banco Itaú, na Prefeitura de São Paulo e na Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer de São Paulo. Desenvolve seus estudos com ênfase na Área Penal.
Email: andrerrios@ig.com.br
Inserido em 11/02/2004
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