Ontem (19 de abril), ministra Ellen Gracie, presidente do Supremo Tribunal Federal, emprestou seu charme para assinar a decisão do primeiro processo por meio da certificação digital. Com esse procedimento é possível assinar e autenticar documentos pelo computador, de qualquer lugar do mundo, via internet. A tendência é de que, futuramente, a certificação venha a dispensar a presença da pessoa física em cartórios, por exemplo. O objetivo da adoção desse sistema no Supremo é diminuir o tempo e a despesa da tramitação de processos em papel. De olho no mercado que está sendo criado pelas exigências da Lei nº 11.419, a Macdata Tecnologia Jurídica antecipou-se e firmou acordo com a Plustek, empresa internacional líder de mercado no segmento de scanners portáteis, com o objetivo de colocar à disposição da classe jurídica equipamentos de última geração para a digitalização de todos os documentos e petições que irão integrar o processo judicial eletrônico. De acordo com o presidente da Macdata, Antonio Carlos Macedo, a perspectiva inicial da empresa é comercializar 20 mil scanners em trinta e seis meses, com faturamento previsto de R$ 30 milhões.
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Assinatura digital impulsiona Justiça sem papel. Boletim Jurídico, Uberaba/MG, a. 6, nº 297. Disponível em: https://www.boletimjuridico.com.br/fique-por-dentro/9327/assinatura-digital-impulsiona-justica-sem-papel. Acesso em 3 jun. 2026.
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