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Portal Boletim Jurídico - ISSN 1807-9008 - Brasil, 12 de dezembro de 2019

As ciências aplicadas da ciência clássica à nova ciência

 

Carolline Leal Ribas e Juscelino Silva

 

Resumo

Neste artigo, discutem-se o traço predominante da ciência contemporânea e o protocolo a seguir para que o conhecimento alcance o status científico. De posse desse conhecimento, pode-se fazer ciência dos parâmetros exigidos pela erudição científica das ciências sociais aplicadas e dialogar com as ciências exatas e humanas.

Palavras-chave: Racionalismo, Empirismo, síntese kantiana, racionalidade complexa.

Abstract

In this article, we discuss the predominant feature of contemporary science and protocol to follow to reach the knowledge that the scientific status. Possession of this knowledge, you can do science within the parameters required by scientific scholarship of applied social sciences and dialogue with the hard Sciences and humanities.

Keywords: Racionalism, Empirism, Kantian synthesis, complex racionality.

1.     INTRODUÇÃO

O traço dominante do saber científico atual é que a ciência lida com fatos observáveis. Para isso, é necessário que o objeto sub examine seja acessível aos sentidos. A relação entre fatos e sentidos humanos a condição sine qua non para que se conheça o objeto através da experimentação e se evite a sua contaminação com especulações do senso comum. Uma teoria é científica quando se apoia na verificação experimental a partir de protocolos bem definidos. Eis a indagação orientadora desse artigo: o que é experimentação e qual o seu lugar nas ciências sociais aplicadas?

2.     A LEITURA COMPLEXA DO SENTIDO DE EXPERIÊNCIA

A noção de experiência vincula-se a três domínios na cultura ocidental: à filosofia do espírito, à filosofia do conhecimento e à filosofia da ciência.

2.1     Empíria como “epistemologia” do cotidiano

Na filosofia do espírito, experiência são os estados mentais que, semelhantes à sensação, parecem implicar uma relação imediata do espírito com um dado e cujos conteúdos são intrinsecamente subjetivos e qualitativos. A experiência empírica do dia a dia das pessoas designa uma prática recorrente. Em sentido oposto, a prática repetida confere experiência a quem lhe está submetido. Este conhecimento chama-se empírico porque a compreensão do que a coisa é substituída por como a coisa funciona. A face cruel da experiência, do saber prático é o condicionamento, isto é, a internalização de comportamentos que produz alguma coisa, mas do qual se desconhece o por que. Para não se cair na prática alienante é preciso compreender porque a coisa funciona deste modo e não de outro. Quando se faz isso, criam-se os binômios hermenêuticos experiência-compreensão e compreensão-experiência. No primeiro caso, a experiência precede a compreensão e no segundo, a compreensão antecede a experiência. No caso de experiência negativa, como por ex., o uso de drogas, pode-se evitá-la sem praticar.  Isto significa que, em certos casos, não é preciso experimentar para saber o sentido.

2.2     A epistemologia da ciência moderna

2.2.1        O Racionalismo filosófico

Na filosofia do conhecimento, a experiência pode ser um conhecimento mediado, inferido de dados sensoriais aprendidos e não inatos. Este é o axioma do Empirismo, sistema filosófico que sustenta que o conhecimento decorre, sobretudo, da experiência e se justifica nela. O racionalismo, ao contrário, sustenta que o conhecimento é inato e a priori. Na filosofia da ciência, experiência é todo procedimento pelo qual uma hipótese ou uma teoria científica é confrontada com os fatos (ORTIGUES, 2013).

Os epistemólogos da ciência moderna tentaram estabelecer o que formava a base do método científico. René Descartes, Baruch Spinoza e Gottfried Wilhelm Leibniz introduzem o racionalismo na filosofia moderna. Georg Wilhelm Friedrich Hegel, por sua vez, identifica o racional ao real, supondo a total inteligibilidade deste último. Racionalismo é a corrente central no pensamento liberal que se ocupa em procurar, estabelecer e propor caminhos para alcançar determinados fins. O racionalismo é baseado nos princípios da busca da certeza e da demonstração, sustentados por um conhecimento a priori, ou seja, conhecimentos que não vêm da experiência e são elaborados somente pela razão.

Descartes, racionalista que era, pôs, no Discours de la Méthode (1637),  o caminho para razão  conduzir-se com correção na procura da verdade nas ciências. O Discours propõe quatro preceitos:

O primeiro era o de jamais acolher alguma coisa como verdadeira que eu não conhecesse evidentemente como tal; isto é, de evitar cuidadosamente a precipitação e a prevenção, e de nada incluir em meus juízos que não se apresente tão clara e tão distintamente a meu espírito, que eu não tivesse nenhuma ocasião de pô-lo em dúvida.

O segundo era o de dividir cada uma das dificuldades em tantas parcelas quantas possíveis e necessárias fossem para melhor resolvê-las. O terceiro era o de conduzir por ordem meus pensamentos, começando pelos objetos mais simples e mais fáceis de conhecer, para subir, pouco a pouco, como por degraus, até o conhecimento dos mais compostos, e supondo mesmo uma ordem entre os que não se precedem naturalmente uns aos outros.

O quarto era o de fazer em toda parte enumerações tão completas e revisões tão gerais, que eu tivesse a certeza de nada omitir[1] (DESCARTES, 2006, Segunda parte, tradução nossa).

2.2.2        O Empirismo filosófico

Empirismo na filosofia da ciência enfatiza a evidência, especialmente porque foi descoberta em experiências. Ele começa na escola de Pirro de Élis (360-270 a.C.). Caracteriza-se nesse período por buscar a natureza e o sentido dos fenômenos. Por isso, os pirronianos se autodenominavam pesquisadores, zetéticos. Eles se opunham a todas as escolas da época (aristotelismo, epicurismo, estoicismo e ceticismo) porque consideravam que estas escolas se orientavam por um dogmatismo negativo. O empirismo pirroniano tinha como método a dúvida. Eles a aplicavam da seguinte maneira: comparavam fenômenos ou pensamentos até aparecer “antíteses” diante das quais é prudente suspender seu julgamento. Esta suspensão do juízo é chamada de époché. Ela não suprime a percepção sensível, mas a suspensão do juízo ajuda a manter sobre controle as pré-compreensões e isto permite que a razão entenda como os fenômenos aparecem e como os pensamentos são julgados.

No século XVIII, Empirismo é uma corrente da filosofia da ciência que sustenta que o argumento deve ser fundado sobre evidências sensíveis e critérios de observação comunicáveis (ORTIGUES, 2013). Nesta linha, pode-se mencionar Aristóteles, Alhazen, Avicena, Ibn Tufail, Robert Grosseteste, Guilherme de Ockham, Francis Bacon, Thomas Hobbes, Robert Boyle, John Locke, George Berkeley, Hermann von Helmholtz, David Hume, Leopold von Ranke, e John Stuart Mill.

2.3     A síntese kantiana do Empirismo e do Racionalismo 

Deve-se indicar a síntese kantiana do Empirismo e do Racionalismo para completar a noção de experiência. Kant introduziu a distinção entre os julgamentos analíticos, que clarificam um conceito sem comunicar informação nova, por ex., todos os corpos são divisíveis, e os julgamentos sintéticos, que são informativos e associam dois conceitos diferentes, por ex., todos os corpos são pesados. A síntese é um ato efetivo do espírito que conecta um conceito a outro e deve para isto se valer da experiência, o julgamento sintético a posteriori, da intuição pura e da experiência possível, o julgamento sintético a priori. A síntese em Kant é o ato fundamental do espírito pelo qual se unifica o diverso. O conceito é precisamente esta função de unificação. Portanto, segundo Kant, todo objeto está submetido às condições necessárias de unidade sintética da intuição a partir de uma experiência possível (ARMENGAUD, 2013). A conclusão é a seguinte: se pensar é conhecer por conceitos, logo neste processo está tanto o Empirismo quanto o Racionalismo, a síntese entre as duas correntes (KANT, 2012). O trabalho científico nas diversas ciências da Faculdade Batista de Minas Gerais se orienta pela síntese kantiana porque não se entrega nem à inflação do Empirismo e nem à redução do Racionalismo. A mediana é o lugar do fazer científico. 

A síntese kantiana ajuda a recuperar o valor dos conhecimentos que são construídos com outros critérios de validação. Percebe-se então a importância da experiência social e política; a experiência ética na qual os valores da sociedade são percebidos no dia a dia do povo e na sua legislação; a experiência estética oriunda da presença da beleza; a experiência espiritual que decorre das múltiplas expressões religiosas da história humana, ect. Isto ocorre porque o desejo de conhecer compõe a condição. Para conhecer com propriedade um objeto é preciso ser consumido por uma paixão irresistível e insaciável que ajude a integrar na subjetividade o amor, a sabedoria e o conhecimento. Quando esta síntese ocorre tem-se o conhecimento em plenitude porque é ao mesmo tempo saber fundamentado a serviço do bem comum. Na Faculdade Batista de Minas Gerais, conhecer é ser, noutras palavras, o conhecimento não visa exclusivamente o domínio de uma técnica, mas a técnica e a teoria cooperam na formação de um profissional humano e justo (CARFANTAN, 1995).

3        A  EXPERIÊNCIA NAS CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS

Segundo Claude Bernard (1865), o método experimental é composto de três etapas: primeiro- o pesquisador constata um fato, no curso da investigação metódica. O objetivo é entender e explicar o funcionamento do fenômeno. Este é o momento da observação científica. O pesquisador se volta sobre o fenômeno, isola-o e se questiona: o que é e como funciona? Segundo- Esta indagação traz à mente uma possibilidade de resposta, que será ou não a explicação do fenômeno. Uma ideia nasce no espírito do pesquisador que faz com que ele levante uma pergunta. É o momento da hipótese experimental. Terceiro- a ideia é levada à experimentação para verificar a viabilidade ou não da hipótese levantada. O científico institui uma experiência que visa confirmar ou negar a hipótese aventada. Neste ponto da pesquisa, a experiência julga a hipótese. É o momento da verificação (.

O método de Claude Bernard indica, em linhas gerais o caminho que a pesquisa nas sociais aplicadas devem adotar para elaborar os seus estudos acadêmicos e principalmente em artigos e monografias. A atualidade de suas sugestões é reafirmada hoje pelo epistemólogo francês da Universidade de Bordeaux-I, Pascal Duris (DURIS, 2013). Por isso, a antiguidade da obra de Claude Bernard reafirma a qualidade epistemológica do trabalho dele para os cientistas da Faculdade Batista de Minas Gerais.

4        A RACIONALIDADE COMPLEXA DE EDGAR MORIN E A CIÊNCIA NOVA

A racionalidade científica hodierna conhece seu objeto e a importância de suas teorias, mas está aberta a novas possibilidades de compreensão que outros saberes podem lhe dar. Neste sentido, a racionalidade científica pós-moderna é dialógica é complexa e, por isso mesmo, oposta às racionalidades reducionistas, isto é, aquelas que afirmam que as suas leituras da realidade são exclusivas. O sucesso da ciência no plano prático evitou que se percebesse no começo da modernidade que o pensamento humano tende a funcionar por oposição. A lógica da oposição tende a opor sujeito-objeto e à fragmentação do saber científico em especialidades, às vezes, incomunicáveis. A prática de erudição, como modelo de estudo universitário, procede do mesmo espírito. O comentarismo consiste em dissecar uma obra em seus menores elementos. Estas reduções de sentido, que separa e opõe, procede de simplificações abusivas que erigem oposições, no fundo, abstratas porque não ocorrem na realidade. Um pensamento compartimentado, que não se comunica com ninguém além de si mesmo, corre o risco de se empobrecer  e de ser incapaz de compreender a complexidade do real. Esta é uma exigência que a pós-modenidade faz à razão científica e, por conseguinte, aos discentes da Faculdade Batista de Minas Gerais. A questão orientadora do problema é: como compreender a complexidade do real sem o reduzir? A reposta aponta para a necessidade de se ultrapassar o fechamento do saber.

Edgar Morin é quem se propôs a responder através do paradigma da complexidade. Complexo, neste contexto, quer dizer entrelaçados. O termo complexidade aponta para a entrelaçamento oculto que está sob a manifestação de um fenômeno. É como um tapete que tem sob a textura visível uma imagem colorida facilmente identificável, mas que é o resultado do entrelaçamento de um grande número de fibras e de uma tecelagem sutil, não perceptível. A imagem do tapete é o simples, o entrelaçamento é o complexo. A tela do computador é o simples, os programas que tornam possíveis o seu uso, é o complexo. É esta ideia que se deve transportar para a noção de paradigma complexo nas ciências. A complementaridade da ordem e da desordem, a presença no real de uma correlação dos eventos, a recorrência de processos, etc. mostram  o ponto no qual os fenômenos físicos se comportam como que integrados em um sistema e obrigam à abordagem complexa do real sob o ângulo de organização.

A singularidade, alegada pela ciência clássica, é a própria realidade e, por isso, é onipresente. Logo, impossível de redução absoluta à uma particularidade. Ela é a síntese do universal e do particular e o estatuto de toda existência organizada quer seja no plano da matéria, da natureza viva e da antropologia. Neste sentido, o todo não é a soma das partes, como pode ocorrer na ciência clássica, ele assume as partes porque no universo não existe entidades separadas. A separação  é uma ilusão. Tudo que existe, existe conectado a um sistema que entrelaça o todo às partes e as partes ao todo. Isto ocorre em todos os níveis da existência, desde a menor à maior matéria, desde os seres vivos aos seres inanimados. Tudo forma uma unidade e só ser compreendido adequadamente nesta perspectiva. Porém, não se pode esquecer que o todo pode ser menor do que a soma das partes. Isto ocorre quando o todo limita a criatividade individual para conservar a sua inércia. O segundo princípio é o holográfico: “o holograma é a imagem física cujas as qualidades de relevo, de cor e de presença cujas qualidades de relevo, de cor e de presença têm contido em cada de seus pontos quase toda a informação do conjunto que ele representa”[2] (MORIN, apud CARFANTAN, 2004, tradução nossa). Este princípio explica a memória humana porque sabe-se que ela funciona  como sistema e daí pode-se estendê-lo à memória genética das células pelo mesmo motivo, isto é, cada célula contém a informação genética do todo. O terceiro princípio é a auto-organização recursiva- A ciência clássica conhece apenas uma causalidade linear, ou seja, se está a causa  então aquela consequência. Norbert Wiener ajudou a estabelecer  a causalidade circular na compreensão dos fenômenos. Isto significa que o efeito remete à causa e a modifica. A causalidade não é puramente mecânica, ela é também, necessariamente, informacional. Toda organização é auto-organização. Noutras palavras: a organização recursiva é a organização cujos efeitos e produtos são necessários à própria causação e à própria produção (CARFANTAN, 2004). Por ex. em dada sociedade, as pessoas são o seu produto e os seus produtores.

A ciência nova abre horizontes espetaculares em todos os campos de conhecimento. Nas ciências hoje, ela tem o seu lugar porque se quer pensar para além dos conhecimentos restritos aos seus próprios campos; se quer ir pôr as ciências em diálogo para se construir uma inteligência científica mais capaz na técnica e na teoria porque não raciocina sobre si mesma apenas, mas de modo global. Numa palavra: transdisciplinaridade.

5       CONCLUSÃO

Neste artigo, pontuou-se a importância da ciência clássica, começando no Racionalismo com René Descartes e no Empirismo de Francis Bacon. Em seguida, avançou-se até à Nova Ciência com Edgar Morin. Não se trata, porém, de paradigmas excludentes, mas complementares. Deve-se estar seguro de que fazer ciência é conhecer a parte e o todo em relação recíproca e de mútua fecundidade.

REFERÊNCIAS

BERNARD, Claude. Introduction à l’étude de la médecine expérimentale. Paris : Gemma Paquet, 2003. Disponível em :

<http://classiques.uqac.ca/classiques/bernard_claude/intro_etude_medecine_exp/intro_medecine_exper.pdf>. Acesso em : 09/07/2013.

CARTANFAN, Serge. Les visages de la philosophie, 1995. Disponível em: . Acesso em : 08/07/2013.

______. De l’expérience à l’expérimentation, 2002. Disponível em :

<http://sergecar.perso.neuf.fr/cours/theorie1.htm >

______. Le paradigme de la complexité, 2004. Disponível em :

<http://sergecar.perso.neuf.fr/cours/theorie5.htm>. Acesso em : 09/07/2013.

DESCARTES, René. Le discours de la méthode. Paris : The Project Gutenberg EBook,  2006. Disponível em : <http://www.gutenberg.org/files/13846/13846-h/13846-h.htm>. Acesso em : 09/07/2013.

DURIS, Pascal. MÉDECINE EXPÉRIMENTALE: CLAUDE BERNARD, Encyclopædia Universalis [en ligne]. Disponível em:

<http://www.universalis.fr/encyclopedie/medecine-experimentale-claude-bernard/>. Acesso em : 09/07/2013.

ORTIGUES, Edmond. EMPIRISME. Encyclopædia Universalis [en ligne]. Disponível em:

<http://www.universalis.fr/encyclopedie/empirisme/> . Acesso em : 08/07/2013.

ARMENGAUD, Françoise. SYNTHÈSE, philosophie. Encyclopædia Universalis [en ligne]. Disponível em :  <http://www.universalis.fr/encyclopedie/synthese-philosophie/>. Acesso em : 08/07/2013.

KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. Petrópolis: Vozes, 2012.

MORIN, Edgar; WEINMANN, Heinz. La complexité humaine. Paris: Flamarion, 2008.

______. Introduction à la pensée complexe. Paris: Seuil, 2007.

[1] “Le premier étoit de ne recevoir jamais aucune chose pour vraie que je ne la connusse évidemment être telle; cest-à-dire, déviter soigneusement la précipitation et la prévention, et de ne comprendre rien de plus en mes jugements que ce qui se présenteroit si clairement et si distinctement à mon esprit, que je neusse aucune occasion de le mettre en doute.

“Le second, de diviser chacune des difficultés que jexaminerais, en autant de parcelles quil se pourroit, et quil seroit requis pour les mieux résoudre. Le troisième, de conduire par ordre mes pensées, en commençant par les objets les plus simples et les plus aisés à connoître, pour monter peu à peu comme par degrés jusques à la connoissance des plus composés, et supposant même de lordre entre ceux qui ne se précèdent point naturellement les uns les autres.

Et le dernier, de taire partout des dénombrements si entiers et des revues si générales, que je fusse assuré de ne rien omettre”.

[2] “l’hologramme est l’image physique dont les qualities de relief, de couleur et de presence tienent au fait que chacun de ses points contient Presque toute l’information de l’ensemble qu’elle represente”

Data da conclusão/última revisão: 3/4/2019

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Carolline Leal Ribas e Juscelino Silva

Carolline Leal Ribas:Doutoranda em Humanidades, Mestre em Estudos culturais e especialista em gestão pública e em direito público.

Juscelino Silva: Doutor em Direito Professor de Graduação em Direito da Rede Batista.

Inserido em 05/04/2019

Parte integrante da Edição no 1611

Código da publicação: 4914

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Citação deste artigo, segundo as normas da ABNT:

RIBAS, Carolline Leal; SILVA, Juscelino. As ciências aplicadas da ciência clássica à nova ciênciaBoletim Jurídico, Uberaba/MG, a. 13, no 1611. Disponível em: <https://www.boletimjuridico.com.br/ doutrina/artigo/4914/as-ciencias-aplicadas-ciencia-classica-nova-ciencia> Acesso em: 12  dez. 2019.

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