Browser não suportado!!!
Para melhor visualização, o Boletim Jurídico recomenda a utilização do Mozilla Firefox ou Google Chrome

Portal Boletim Jurídico - ISSN 1807-9008 - Brasil, 9 de dezembro de 2019

Manual para a construção de uma dissertação de mestrado

 

Benigno Núñez Novo e Odailton Aragão Aguiar

 

A dissertação é um trabalho acadêmico Stricto sensu que se destina à obtenção do grau acadêmico de mestre. O aluno de mestrado deve demonstrar a habilidade em realizar estudos científicos e em seguir linhas mestras na área de formação escolhida (Andrade, 2014).

Mestrado acadêmico é um grau de formação, sendo uma pós-graduação de teor científico. A maioria dessas pessoas se torna pesquisadores e professores universitários. É totalmente direcionada para quem deseja seguir carreira acadêmica. É focado no âmbito profissional e possui uma dificuldade muito superior à do nível da graduação.

O texto dissertativo trata-se de um texto pelo qual é exposto uma opinião sobre um determinado assunto, sendo composto por argumentos lógicos e tendem a convencer o leitor. Dissertar é o mesmo que discorrer, ou seja, desenvolver uma explicação perante a um tema.

Grande parte do sucesso de um texto está na sua planificação. Planificar uma dissertação implica definir o tema, os objetivos, a metodologia de investigação, a revisão de literatura, a redação e a revisão.

Na redação da sua dissertação, deve procurar ser claro, objetivo e evitar ambiguidades. Ser rigoroso no conteúdo e na forma tem um propósito: projetarmos uma imagem credível a quem nos lê e a quem nos avalia.

Articulação lógica entre as frases e os parágrafos. Essa articulação é conferida pelos articuladores discursivos, que têm por função encadear as ideias de um texto, dando-lhe um fio condutor: por exemplo, uma vez que, por conseguinte, além disso, contudo, apesar de, em suma, concluindo etc.

A pontuação é o tempero do texto, mas mal usada pode ser um autêntico dissabor. Quando o leitor tropeça num sem-número de vírgulas, parêntesis e travessões acabam por perder o fio condutor da leitura. Devemos fazer um bom uso da pontuação, dando especial atenção ao uso da vírgula.

Uma revisão atenta da sua dissertação tem um objetivo valioso: mostrar ao leitor que teve cuidado e esmero na redação da sua dissertação. O que deverá ter em atenção na fase da revisão? Não só identificar gralhas, erros tipográficos, ortográficos, gramaticais e de pontuação, mas também aperfeiçoar todo o texto, cada capítulo, cada secção, clarificando ideias, eliminando informação supérflua, substituindo palavras por sinônimos, etc.

 

ELABORANDO UMA DISSERTAÇÃO

Situe o contexto de sua pesquisa. ...

Exponha suas motivações profissionais e pessoais. ...

Cative o seu leitor. ...

Esclareça as ideias apresentadas na introdução. ...

Revise o seu texto. ...

Levante uma problemática geral. ...

Tenha objetivos claros.

A dissertação deve ser composta das seguintes partes, obrigatórias e opcionais, que serão apresentadas de modo detalhado mais adiante. A estrutura de tese e/ou dissertação, de acordo com a ABNT/NBR-14724, compreende três elementos: pré-textuais, textuais e pós-textuais.

Primeiro, vamos entender como a dissertação funciona. Ela é dividida em três partes: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.

Fazer uma introdução é uma etapa importante da redação de um trabalho acadêmico. Uma boa introdução deve motivar o leitor a virar a página, a se interessar pelo trabalho todo. Assim, o texto de introdução, além de bem escrito, deverá se constituir em um convite atrativo para a continuidade da leitura do artigo.

É a parte do texto em que se coloca a ideia-chave, o assunto da dissertação. A partir da ideia principal é que se desenvolve o resto do texto, onde você pode justificar e apresentar fatos que comprovem sua tese.

Os parágrafos de desenvolvimento são os que vão dar sustentação à tese apresentada na introdução. É esse o momento de justificar, demonstrar, provar as declarações feitas na introdução. Os parágrafos de desenvolvimento devem ser marcados pela progressão, ou seja, o texto deve ser construído de forma que vá apresentando novas informações, claras e pertinentes. Ou seja, nada de enrolação ou de repetição desnecessária do que já foi dito. Para facilitar sua argumentação, você pode separar o desenvolvimento de cada ideia em um parágrafo diferente.

O Desenvolvimento além de apresentar fatos que fundamentem a sua dissertação, é importante que você também aponte argumentos contrários e que aponte porque, de acordo com a sua tese, eles não são verdadeiros. Afinal, dissertação não é um artigo de opinião, o que significa que as opiniões contrárias também devem ser consideradas.

A Conclusão é a parte final do texto. Mas é preciso que uma coisa fique clara: concluir não é simplesmente “terminar” o texto. A conclusão é feita de comentários que confirmam os aspectos desenvolvidos nos parágrafos anteriores.

É o momento de oferecer uma solução ou demonstrar algum tipo de expectativa em relação à sua tese e ao assunto como um todo.

 

ESTRUTURA DE UMA DISSERTAÇÃO

Elementos Pré-textuais

A dissertação é formatada segundo as regras do programa de pós-graduação ao qual o aluno é vinculado. No Brasil, costuma-se seguir o padrão da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Nesse modelo, é necessário incluir os chamados elementos pré-textuais, que correspondem a tudo que apareça antes do relatório propriamente dito. Entram aí capa, sumário, resumo da pesquisa e agradecimentos, entre outros.

 

Elementos Textuais

Começa pela introdução. Nessa parte, costuma-se apresentar a temática do estudo, os objetivos do pesquisador, o problema de investigação a ser respondido e a relevância do trabalho para a sociedade (justificativa).

Na Revisão teórica os capítulos teóricos da dissertação de mestrado servem para contextualizar o fenômeno investigado. Nesse ponto, resgatam-se conceitos pertinentes à problemática, a partir da leitura de autores relevantes para a área de conhecimento.

Não basta apenas citar obras famosas. Deve-se articular o pensamento dos intelectuais, mostrando como cada um contribui para responder pelo menos parte das dúvidas suscitadas no decorrer da discussão.

Ainda nessa etapa, traça-se o estado da arte. Em outras palavras, explica-se o que já foi pesquisado sobre o tema e quais aspectos ainda precisam ser aprofundados. Para tanto, pode-se recorrer ao banco de teses e dissertações da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Metodologia. Toda pesquisa científica requer um arranjo metodológico para observar o objeto empírico. Basicamente, são técnicas reconhecidas pelos pares como uma maneira de se aproximar da realidade estudada.

Nas ciências exatas e da natureza, é comum recorrer a experimentos em laboratório. No caso das humanas, pode haver entrevistas, grupos focais ou abordagens etnográficas. A composição da metodologia depende do que se investiga.

Nesse capítulo, é importante evidenciar os passos da pesquisa e justificar cada estratégia adotada. Mesmo quando um procedimento não surte resultados, ele gera algum tipo de conhecimento.

Análise dos dados. É nesse momento que o investigador confronta a teoria com a realidade observada. Busca-se, assim, entender o objeto de pesquisa e vislumbrar possíveis respostas para a problemática.

Considerações finais. Na conclusão, a ideia é avaliar os resultados da pesquisa e verificar se os objetivos foram alcançados. Recomenda-se retomar pontos apresentados na introdução do trabalho, até mesmo como forma de tornar o texto mais acessível para o leitor.

Elementos Pós-textuais

A ABNT estipula regras para citar as referências bibliográficas utilizadas. Outros elementos, como os anexos e os apêndices – imagens, transcrições de entrevistas, documentos etc. – também aparecem nas páginas finais. Vale revisar tudo com muito cuidado para adequar o projeto ao padrão exigido.

NORMAS DA ABNT

  1. Pré-Textuais
    1. Capa
    2. Folha de Rosto
    3. Folha de Aprovação
    4. Dedicatória
    5. Agradecimento
    6. Epígrafe
    7. Resumo
    8. Resumo em Inglês
    9. Sumário
    10. Lista de ilustrações
    11. Lista de tabelas
    12. Lista de abreviaturas e siglas
    13. Lista de símbolos
  2. Textuais
    1. Introdução
    2. Desenvolvimento
    3. Conclusão
  3. Pós-Textuais
    1. Referências
    2. Apêndices
    3. Anexo

 

1.1 – CAPA

Capa é o primeiro elemento a ser observado e é, portanto o cartão de visitas do trabalho.

Uma Capa mal formatada é o tipo de primeira impressão que é melhor evitar. Elas devem contar o nome da instituição na primeira linha e o título do trabalho centralizado. Exatamente no meio do caminho entre o título da dissertação e o da universidade deve vir o autor. Nas duas últimas linhas, o local onde a publicação foi feita e o ano.

As margens da capa, bem como do restante de todo o trabalho, devem ser de 3 centímetros no topo e à esquerda e de dois centímetros abaixo e à direita.

Todo o texto da capa deve estar alinhado como centralizado.

 

1.2 – FOLHA DE ROSTO

A folha de rosto tem como função conter dados sobre o trabalho que poderiam estragar a estética da capa. O nome dessas informações é Nota de Indicação.

Para formatar a folha de rosto, basta copiar a capa e tirar a instituição do topo.

Coloca-se então a Nota de Indicação, que é uma descrição curta do trabalho, entre o título e os dados das linhas inferiores, subindo o nome do autor e o título na página.

A Nota de Indicação deve estar recuada cerca de sete ou oito centímetros da margem da esquerda.

 

1.3 – FOLHA DE APROVAÇÃO

Normalmente é fornecida pela secretaria do departamento responsável pela sua pós-graduação. Contém espaços para os nomes dos professores da banca e para suas notas.

 

1.4 – DEDICATÓRIA

Dedicatória ocupa uma folha própria e deve estar nas últimas linhas da folha, com um recuo de oito centímetros com relação à margem da esquerda. É onde o autor homenageia alguém ou algo sem o qual não poderia concluir seu trabalho.

 

1.5 – AGRADECIMENTOS

A folha seguinte à Dedicatória carrega os Agradecimentos. O autor deve listar todas as pessoas que acredita mereceram menção em sua dissertação de mestrado por terem sido relevantes em sua vida ou para sua pesquisa.

 

1.6 – EPÍGRAFE

O autor da dissertação pode optar por fazer a epígrafe ou não. Trata-se de uma citação seguida de autoria, necessariamente relacionada com o assunto tratado no trabalho. Deve ser formatado nas normas ABNT da mesma forma que a Dedicatória.

 

1.7 – RESUMO

Resumo é uma explicação genérica do conteúdo da dissertação de mestrado.

Segundo as normas ABNT, você deve escrever Resumo no topo da folha, centralizado, e então pular dois espaços duplos.

Em seguida, deve fazer uma sequência de frases concisas e objetivas que não ultrapassem 500 caracteres totais, descrevendo o assunto abordado na dissertação.

Deve então pular mais dois espaços duplos e escrever “Palavras-chave:”, seguido de quaisquer palavras que possam descrever de forma ainda mais resumida o assunto do trabalho, facilitando o trabalho de pesquisa.

 

1.8 – RESUMO EM INGLÊS

Para fazer o Resumo em Inglês, você pode simplesmente traduzir frase a frase seu Resumo. A formatação também é idêntica.

 

1.9 – SUMÁRIO

Sumário é a paginação da dissertação de mestrado, descrevendo em que página pode ser encontrada as informações. Por isso costuma ser o último elemento a ser feito.

Para formatar o Sumário, você vai precisar listar mais do que simplesmente os elementos. Deve também descrever as páginas aonde vão se encontrar, por exemplo, cada capítulo dos elementos textuais, com seus títulos.

 

1.10 – LISTA DE ILUSTRAÇÕES

A Lista de Ilustrações funciona como um Sumário, mas ao invés de descrever onde encontrar o texto, descreve em que página da dissertação você vai achar cada uma das ilustrações utilizadas para auxiliar o trabalho acadêmico.

Só deve ser usado como elemento da dissertação se houver ilustrações.

 

1.11 – LISTA DE TABELAS

Assim como a Lista de Ilustrações, a de Tabelas também é um sumário específico e não obrigatório, dessa vez das tabulações de dados. Caso não se faça uso de tabelas de dados, ela pode ser retirada do trabalho acadêmico.

 

1.12 – LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

Diferente das listas anteriores, esta não apresenta número de páginas. É na verdade uma listagem em ordem alfabética de todas as abreviações e siglas usadas ao longo do trabalho para economizar espaço e tempo.

As explicações de suas origens são concentradas aqui para evitar que o leitor perca tempo procurando em meio ao texto o que cada uma significa.

 

1.13 – LISTA DE SÍMBOLOS

Funciona como a Lista de Abreviaturas, mas para os símbolos e signos visuais usados ao longo da dissertação para facilitar a passagem de informações, como por exemplo °C para Graus Celsius.

 

2.1 – INTRODUÇÃO

O primeiro dos elementos textuais é a Introdução, que pode ser dividida em capítulos.

Como todos os elementos textuais, ele deve dar início em uma página distinta e com o título do elemento na primeira linha. Após a palavra Introdução, deve-se pular um espaço de mais ou menos um centímetro e meio antes de começar a redigir o texto.

numeração progressiva deve seguir como 1.1, 1.2 e assim por diante.

As margens dos elementos textuais continuam 3 centímetros acima e à esquerda e 2 centímetros à direita e abaixo.

 

2.2 – DESENVOLVIMENTO

As regras de formatação do Desenvolvimento são as mesmas da Introdução. Ele também deve ser iniciado em uma página distinta.

 

2.3 – CONCLUSÃO

Da mesma forma que os demais elementos textuais, a Conclusão deve começar em uma página própria. As mesmas regras de formatação se aplicam à esse elemento da dissertação.

 

3.1 – REFERÊNCIAS

As Referências dizem respeito aos dados de onde as citações e dados foram retirados. Deve estar em ordem alfabética a partir do sobrenome do autor principal. Existem várias regras específicas para cada tipo de obra referenciado. Você pode verificar cada uma no nosso texto sobre o assunto.

 

3.2 – APÊNDICES

São textos feitos pelo autor que representam valor argumentativo com relação às ideias defendidas dentro dos elementos textuais, mas que caso fossem aplicados dentre eles acabariam atravancando o fluxo de texto.

Devem ser listados com um Sumário próprio, com o título de cada Apêndice seguido da página onde se encontra.

Os Apêndices podem ser usados, por exemplo, para explicar os aparatos utilizados na pesquisa de forma mais aprofundada ou de forma a explicar conceitos que exigem mais do que as referências para serem entendidos dentro da dissertação de mestrado.

 

3.3 – ANEXOS

Para as normas ABNT, a diferença de um anexo e um apêndice é que estes últimos são de autoria do mesmo responsável pela obra onde estão conectados, enquanto os primeiros são de outras autorias.

Você pode se utilizar de todo tipo de trabalho acadêmico ou artigo como anexo, desde que consiga a autorização do autor original dos textos. A formatação do elemento Anexos tem o mesmo formato que a dos Apêndices.

 

MODELO DE DISSERTAÇÃO

NOME DO ALUNO

(Caixa alta, Times New Roman 18, negrito, centralizado, espaçamento 1,5)

TÍTULO

CIDADE-PI

ANO

(Times New Roman 12, negrito, centralizado, espaçamento 1,5)

NOME COMPLETO DO AUTOR

(Caixa alta, Times New Roman12, negrito, centralizado, espaçamento 1,5)

TÍTULO DA DISSERTAÇÃO

(Caixa alta, Times New Roman12, negrito, centralizado, espaçamento 1,5)

Dissertação apresentada à Universidade ..., como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em Nome do programa, área de concentração em Nome da área de concentração, para a obtenção do título de Mestre. (Times New Roman12, alinhado à direita a partir do centro da página, espaçamento simples)

Prof(a). Dr(a). Nome Completo do(a) Orientador(a)

Orientador(a)

(Times New Roman12, centralizado, espaçamento 1,5)

TERESINA-PI

ANO

NOME COMPLETO DO AUTOR

(Caixa alta, Times New Roman12, negrito, centralizado, espaçamento 1,5)

TÍTULO DA DISSERTAÇÃO

(Caixa alta, Times New Roman12, negrito, centralizado, espaçamento 1,5)

Dissertação apresentada à Universidade ..., como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em ..., área de concentração em ..., para a obtenção do título de Mestre. (Times New Roman12, alinhado à direita a partir do centro da página, espaçamento simples)

Aprovada em dia de mês de ano     (alinhado à direita)

Prof(a). Dr(a). Nome Completo do Membro da Banca – Sigla da Instituição onde atua

Prof(a). Dr(a). Nome Completo do Membro da Banca – Sigla da Instituição onde atua

Prof(a). Dr(a). Nome Completo do Orientador

Orientador(a)

(Times New Roman12, centralizado¸ espaçamento 1,5)

TERESINA-PI

ANO

Dedicatória

(Times New Roman 12, alinhada à direita)

AGRADECIMENTOS

(caixa alta, Times New Roman 12, negrito, centralizado)

Inserir os agradecimentos.

Os agradecimentos devem ocupar no máximo uma página.

Os parágrafos devem ser justificados na largura da página e com um afastamento de parágrafo na primeira linha de 1,27 cm.

O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5.

Não deve haver espaçamento adicional entre parágrafos.

Deve ser utilizada a fonte Times New Roman, tamanho 12.

A dissertação deve ser paginada, com o número da página centralizado na parte inferior. A Lista de Símbolos e Abreviaturas (se houver), o Resumo e o Abstract deverão ser numerados em algarismos romanos em minúsculo, Por exemplo i, ii, iii. A página inicial do item Introdução receberá o número 1 e as subsequentes deverão seguir a ordem em algarismos arábicos.

Em todo o corpo da dissertação deverá ser obedecida a seguinte configuração: tamanho de papel A4; margens esquerda, superior e inferior = 30mm e margem direita = 20mm.

SUMÁRIO

 ................................................................................................................ 15

Seguir norma ABNT nas referências bibliográficas.......................... 18

LISTA DE FIGURAS

LISTA DE TABELAS

 RESUMO

(Caixa alta, Times New Roman 12, negrito, centralizado)

SOBRENOME (em maiúsculo), Xxxxx Xxxxx (primeiro, segundo... nome). Titulo da tese (primeira letra em maiúsculo e tudo em negrito). ANO. Dissertação (Mestrado em ...) – Universidade ... . Teresina -PI. ANO. (Justificado, Times New Roman, 12)

Texto corrido, sem parágrafo. O resumo deve conter a contextualização do problema, a lacuna do estudo, o objetivo principal, metodologia, resultados e conclusão principal. Devendo ser justificado na largura da página e escrito em um único parágrafo com um afastamento na primeira linha de 1,27 cm. O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5. O resumo deve apresentar o que há de mais importante na pesquisa científica. Nunca exclua do resumo a conclusão do estudo. Máximo de uma página.

Palavras-Chave: no máximo 5 (diferentes das palavras utilizadas no título da dissertação). As palavras-chave não devem repetir termos do titulo e devem facilitar o rastreamento do trabalho.

ABSTRACT

SOBRENOME (em maiúsculo), Xxxxx Xxxxx (primeiro, segundo... nome). Titulo da tese em Inglês (primeira letra em maiúsculo e tudo em negrito). ANO. Dissertação (Mestrado em ...) – Universidade ...., .... Teresina -PI. ANO.

Em inglês e com a mesma formatação do resumo.Key Words: em inglês (semelhante à página anterior), xxxx,  .

1.INTRODUÇÃO

(TÍTULOS DOS ITENS: CAIXA ALTA, TIMES NEW ROMAN 12, NEGRITO, CENTRALIZADO)

     A introdução deve ter uma sequência lógica, ser clara e curta; indo diretamente ao objetivo ou conclusão do estudo. Fundamente todos os aspectos do objetivo. Apresente o objetivo teórico do estudo. Ressalte a novidade de sua pesquisa. Inclua apenas definições necessárias e as defina com objetividade e clareza. Uma breve descrição do estado da arte com justificativa do seu trabalho.

(máximo de 10 paginas)

2.OBJETIVOS

Deixe clara a lógica de seu estudo. Evite incluir níveis de variáveis independentes no objetivo. Ao ler seu objetivo, o leitor deve visualizá-lo com clareza e presumir a estrutura de seu estudo. Se sua pesquisa tem hipótese, ela estará dentro de seu objetivo. Não confunda objetivos específicos com passos metodológicos. Utilize fonte Times New Roman 12, espaçamento entre linhas de 1,5, parágrafo(s) justificado(s) na largura da página e com afastamento na primeira linha de 1,27 cm.

Objetivo geral:

XXXXXXXxxxx.

Objetivos específicos:

  1. Xxxxxxxxxxxxxx;
  2. Xxxxxxxxx;
  3. Xxxxxxxx.

4. METODOLOGIA

Seja minucioso, sem cair no exagero do detalhamento. Redija o texto no passado. Ao apresentar qualquer informação, permita que o leitor a entenda no momento que a lê, ou no máximo com a frase seguinte. Para estruturar os métodos, prefira ir do geral para o particular em uma sequência lógica. Apresente o texto em tópicos. Apresente o delineamento da pesquisa em um esquema. Não inclua nome e local do laboratório onde realizou a pesquisa. Descreva com exatidão. Use siglas de fácil entendimento e memorização.     

5. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Redação dos resultados: Só inclua os resultados necessários para sustentar as conclusões. Apresente os resultados na sequência em que aparecerão na discussão. Redija os resultados no passado. Use abreviaturas convencionais. Não repita dados de figuras e tabelas no texto dos resultados. Limite-se a descrever resultados sem avançar em conceitos teóricos. Nas figuras e tabelas inclua apenas as informações essenciais. Não coloque valores numéricos sobre barras ou pontos nos gráficos. Figuras e tabelas devem ser autoexplicativas. Legendas de figuras e tabelas devem conter um título e explicações que não puderam ficar no corpo principal. Certifique-se de que os símbolos e textos das figuras estejam em tamanho adequado. Na estatística, para valores de tendência central, inclua sempre a variabilidade. Padronize os arredondamentos na média e no respectivo desvio-padrão. Sempre apresente a significância estatística dos dados. Não use tendências a significância. Prefira métodos estatísticos convencionais e amplamente aceitos na área. Apresente os resultados estatísticos dentro dos jargões da área. 

Redação da discussão: Conduza a discussão como uma argumentação lógica. Exclua excesso de literatura. Redija as conclusões no presente. Inicie com as conclusões mais gerais do estudo. Para validar métodos e técnicas, mostre que são amplamente aceitos na literatura. Valide os resultados. Utilize todos os resultados para sustentar suas conclusões. Se seu objetivo foi descritivo, ressalte a importância dessa descrição. Fundamente as conclusões de associação. Fundamente as conclusões de interferência entre variáveis. Nas conclusões, mostre ao leitor que o objetivo foi atingido. Valide suas conclusões. Conclua baseando-se em premissas válidas e amplamente aceitas. Conclua a partir de evidências estatisticamente válidas. 

 

6. CONCLUSÕES

Toda conclusão é teórica, mesmo que numérica. Conclua com base em seus dados e expanda com informação da literatura. Não foque na amostra. Foque seu estudo em poucas conclusões mais gerais, dando às conclusões mais específicas um caráter de resultados. As conclusões de estudos que usam amostras devem ser escritas no tempo presente. Conclusão não é sugestão e não é recomendação. A conclusão deve ser argumentada no sentido de que os leitores tenham que aceitá-la. A essência do trabalho são as conclusões. Ao usar literatura para sustentar conclusões, restrinja-se àquelas que incluem as evidências (bases empíricas) que sustentam as informações citadas. As conclusões devem revelar a novidade de seu estudo. 

 

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Seguir norma da ABNT nas referências bibliográficas

Exemplos:

RODRIGUES, M. V. Qualidade de vida no trabalho. 1989. 180 f. Dissertação (Mestrado em Administração) - Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1989.

 

Citações:

Citação indireta com autor incluído no texto: ... Rodrigues (1989)

Citação indireta com autor entre parênteses: ... (RODRIGUES, 1989)

APÊNDICE

APÊNDICE I

Caso seja usado, deve se referir a métodos de cálculos ou pesquisa etc.

   

ANEXOS

 

Data da conclusão/última revisão: 28/9/2019

Envie sua colaboração

Benigno Núñez Novo e Odailton Aragão Aguiar

Advogado, doutor em direito internacional pela Universidad Autónoma de Asunción (UAA). Possui graduação em Educação Artística: Desenho pela Universidade Federal do Piauí (1992), graduação em Educação Artísitica: Música pela Universidade Federal do Piauí (1995), mestrado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1999) e doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006). Atualmente é professor Associado I da Universidade Federal do Piauí. Exerce a função de Coordenador do Curso de Licenciatura em Artes Visuais, durante o biênio 2015-2017 da referida Universidade, Coordenador do Núcleo Transdisciplinar em Arte, Cultura e Semiótica (NUTRA) e coordenador do PIBID Artes Visuais, desde 2011, Coordenador Acadêmico da Especialização em Música: Musicoterapia 2011 -2016. Tem experiência nas áreas de Artes Visuais, Música, Comunicação, Semiótica da Cultura com ênfase no ensino da Arte, História da Comunicação, Semiótica da Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura, educação, Artes Visuais, Música, Musicoterapia, canto e Semiótica da Cultura.

Inserido em 02/10/2019

Parte integrante da Edição no 1656

Código da publicação: 5170

Ferramentas

Este artigo já foi acessado 418 vezes.

Versão para impressão

Mensagem para o autor do artigo.

Citação deste artigo, segundo as normas da ABNT:

NOVO, Benigno Núñez; AGUIAR, Odailton Aragão. Manual para a construção de uma dissertação de mestradoBoletim Jurídico, Uberaba/MG, a. 13, no 1656. Disponível em: <https://www.boletimjuridico.com.br/ doutrina/artigo/5170/manual-construcao-dissertacao-mestrado> Acesso em: 9  dez. 2019.

Atenção

As opiniões retratadas neste artigo são expressões pessoais dos seus respectivos autores e não refletem a posição dos órgãos públicos ou demais instituições aos quais estejam ligados, tampouco do próprio BOLETIM JURÍDICO. As expressões baseiam-se no exercício do direito à manifestação do pensamento e de expressão, tendo por primordial função o fomento de atividades didáticas e acadêmicas, com vistas à produção e à disseminação do conhecimento jurídico.